“[...] Nunca deixará de ser o caçula, a derradeira
colheita dos oito filhos do pedreiro Dorinato e da dona de casa Ana Maria. O
caçula é o que cresce quando todos já cresceram. É o que fica em casa cuidando
da mãe quando todos já foram embora. É o que apaga a luz, é o que fecha a
porta, é o que vela a vizinhança, é a memória da família. Eu vi que você
anunciou que está enfrentando uma onda severa de depressão. A humildade
permanece como a sua maior coragem. Você, que é um farol, solicitou a vela da
reza de cada um dos seguidores. Depressão não é brincadeira. Tudo é quarto
escuro, até o sol, até para o sol.”
(De Carpinejar para Pe. Fábio de Melo)
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