
Manhã de desalento,
Eu tão sem sustento...
Desabei. Pus-me a chorar.
Roguei seu perdão, ó Pai.
Não pude, naquele momento,
de tristeza, de tormento,
ser forte e continuar.
Mas, ao cair da tarde,
uma alegria me invade:
a tristeza se dissipou.
Vi aquele rosto amado
de alguém chegando ao meu lado
e que, a sorrir, me abraçou.
(...)
Obrigada, meu Pai querido,
por seu amor, seu abrigo
que sempre me dedicou.
Sandra Medina Costa
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