
Costa.
Não vejo.
Sinto o peso.
É forte, eu sei.
Me olho no espelho
e vejo em meus olhos
o sinal do terceiro nome.
Pai, quantas vezes quis ter
o orgulho de ser sua filha!
A bebida foi mais forte.
Venceu, levou-o à morte.
Lamento. Não segui sua trilha.
A bebida, de novo mais forte,
venceu, destruiu minha primeira família.
(Até hoje tento imitar sua letra e a assinatura,
tal como está nos boletins do primário...)
Sandra Medina Costa
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