Quarta-feira de Cinzas
“Criai em mim um coração puro, ó Deus, e renovai em mim um espírito reto.” (Sl 51,10).
“Deus dispôs
tudo de modo que nada fosse sem fim nesta vida... Tudo é precário, nada é
duradouro, tudo deve ser repetido todos os dias. A própria manutenção da vida
depende do bater interminável do coração e do respirar contínuo dos pulmões.
Todo o organismo repete, sem cessar, suas operações para a vida se manter. Tudo
é transitório, nada é eterno. Toda criança se tornará um dia adulta e, depois,
idosa. Toda flor que se abre logo estará murcha; todo dia que nasce logo se
esvai; e assim tudo passa, tudo é transitório...
A razão inexorável dessa precariedade das coisas também está nos planos de Deus. A marca da vida é a renovação. Tudo nasce, cresce, vive, amadurece e morre. A razão profunda dessa realidade tão transitória é a lição cotidiana que o Senhor nos quer dar de que esta vida é apenas uma passagem, um aperfeiçoamento, em busca de uma vida duradoura, eterna e perene...
A transitoriedade de tudo o que está sob os nossos olhos deve nos convencer de que só viveremos bem esta vida se a vivermos para os outros e para Deus. São João Bosco dizia que ‘Deus nos fez para os outros’. Só o amor, a caridade, o oposto do egoísmo, pode nos levar a compreender a verdadeira dimensão da vida e a necessidade da efemeridade terrena.”
Felipe
Aquino
Excertos do artigo “Qual o sentido da Quarta-feira de Cinzas?” do Prof. Felipe Aquino, publicado no site Canção Nova
“Criai em mim um coração puro, ó Deus, e renovai em mim um espírito reto.” (Sl 51,10).
A razão inexorável dessa precariedade das coisas também está nos planos de Deus. A marca da vida é a renovação. Tudo nasce, cresce, vive, amadurece e morre. A razão profunda dessa realidade tão transitória é a lição cotidiana que o Senhor nos quer dar de que esta vida é apenas uma passagem, um aperfeiçoamento, em busca de uma vida duradoura, eterna e perene...
A transitoriedade de tudo o que está sob os nossos olhos deve nos convencer de que só viveremos bem esta vida se a vivermos para os outros e para Deus. São João Bosco dizia que ‘Deus nos fez para os outros’. Só o amor, a caridade, o oposto do egoísmo, pode nos levar a compreender a verdadeira dimensão da vida e a necessidade da efemeridade terrena.”
Excertos do artigo “Qual o sentido da Quarta-feira de Cinzas?” do Prof. Felipe Aquino, publicado no site Canção Nova

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